Como saber se sou beneficiário de um seguro de vida? Confira!

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A resposta à pergunta “como saber se sou beneficiário de seguro de vida” envolve alguns entendimentos conceituais e de como proceder. Assim, é preciso, primeiramente, descobrir a respeito da nomeação dos destinatários da indenização a ser paga.

Por sua vez, os procedimentos para o recebimento do seguro em caso do falecimento inesperado do segurado também precisam ser bem conhecidos. Tudo isso vai facilitar o processo para a liberação.

Continue a leitura e descubra como saber se você é um beneficiário.

O que é um beneficiário de seguro de vida?

Quando alguém contrata um seguro de vida, pretende dar amparo a uma ou mais pessoas para o caso de haver uma morte inesperada. Essas pessoas são os beneficiários do seguro, isto é, havendo a ausência do segurado, são elas que receberão a indenização (benefício).

Os beneficiários devem estar explicitamente indicados na apólice do seguro. Geralmente, são constituídos pelos filhos, companheiros ou outros parentes. No entanto, não há nenhuma necessidade da existência de vínculo de parentesco entre o segurado e os beneficiários.

Assim, qualquer pessoa, devidamente indicada no contrato, pode ser o destinatário da indenização no caso de morte do segurado. É possível, ainda, fazer a alteração de beneficiários. Para isso, basta a iniciativa do segurado de indicar junto à seguradora quais serão os novos destinatários da indenização.

De todo modo, é importante que o segurado mantenha informadas as pessoas por ele indicadas para a condição de beneficiários. Sempre que possível, essas pessoas devem poder ter acesso rápido e fácil à apólice do seguro contratado, facilitando todo o processo de indenização.

Como saber se você é um beneficiário?

Quando se dá o falecimento de um ente querido, é comum surgir a dúvida de quem é beneficiário do seguro. Quando não se tem acesso à apólice, a dúvida pode gerar ainda mais expectativa.

Se você suspeitar de que pode ser beneficiário de um seguro de vida, saiba que existem algumas maneiras de confirmar se essa condição é real. Nesse sentido, quando se tratar de familiares, a forma mais simples e direta é procurar entre os papéis do segurado.

Por sua vez, havendo um corretor de seguros que costumeiramente atenda às demandas da família (seguro auto e residencial, entre outros), será a alternativa a ser tentada. Mas, nem sempre as pessoas dispõem de um corretor.

Nesse caso, um contato direto com o setor de atendimento da seguradora pode resolver a questão. Assim, você pode se dirigir ao escritório da seguradora e solicitar a verificação.

Quando se tratar de consultar o corretor ou a seguradora, alguns documentos podem ser indispensáveis para uma pronta resposta. Por sua vez, a documentação necessária varia de acordo com o tipo de sinistro e com as coberturas contratadas.

De maneira geral, a documentação pessoal do beneficiário deverá estar disponível. A certidão de óbito do segurado, também, quando for pertinente.

Quais os procedimentos para resgate do benefício?

Após a morte do segurado e consequentes cuidados imediatos relacionados aos trâmites funerários, é preciso tratar do seguro. O contato com o corretor ou com a seguradora deverá ser providenciado para informar da ocorrência.

De modo geral, um formulário deverá ser preenchido e alguns documentos precisarão ser reunidos. Essa instrução partirá da própria seguradora quando do comunicado do falecimento e da solicitação de orientação para os procedimentos devidos.

Porém, não espere nenhum contato para as providências necessárias. Tome você a iniciativa de informar à seguradora, preencher o formulário fornecido, reunir a documentação pertinente e dar entrada no processo.

É importante considerar que existe um prazo de até 3 (três) anos previstos na legislação para prescrição do direito ao benefício. Assim, a comunicação do falecimento e todos os documentos solicitados devem ser encaminhados à seguradora com o formulário dentro desse período.

Os trâmites para recebimento da indenização do seguro não são demorados. Contudo, caso possua um corretor que atenda a família, peça sua ajuda. Ele poderá ser um grande facilitador para todos os procedimentos.

Como proceder se não houver beneficiário?

Pode acontecer de o segurado não ter indicado na apólice os beneficiários do seguro que fez. Para esses casos, a legislação aplicável (Lei N. 10.406/2002, o chamado Código Civil brasileiro) determina qual deve ser a destinação da indenização.

Essa previsão, na verdade, transforma o benefício do seguro em um item de “herança”. Assim, metade do valor é destinada ao cônjuge (desde que não tenha havido separação judicial), enquanto o restante dos recursos deve ser dividido entre os herdeiros diretos.

Nessa situação, deve ser observado que o benefício do seguro, normalmente, não entra em inventário, pois não se trata. Apenas no caso de não haver referência a beneficiários é que se dá a divisão em conformidade com as previsões do Código Civil.

Pode acontecer de não existirem herdeiros da pessoa que faleceu e deixou o seguro. Nesse caso, poderão ser eleitos como beneficiários aqueles que demonstrarem que a ausência do segurado os privou dos meios necessários à subsistência.

Em situações assim, as pessoas envolvidas devem tomar a iniciativa de providenciar a documentação pertinente, em especial aquela que demonstre o vínculo existente. Assim, cônjuge, herdeiros ou dependentes materiais precisam atestar suas respectivas condições para que a seguradora possa entregar a indenização cabível.

Qual a importância do entendimento desse processo?

Todo procedimento, por mais simples que seja, possui formalidades, necessárias para sua efetivação. O recebimento da indenização devida aos beneficiários de um seguro de vida também segue esse raciocínio.

Desse modo, o formulário e a documentação apontada pela seguradora constituem as obrigações dos beneficiários. São coisas simples de providenciar, mas devem estar presentes em condições regulares e no tempo hábil.

Assim, também se dá com as demais informações que constituem o entendimento do processo. Quando envolvem, por exemplo, situações como não saber se é beneficiário ou se não haver indicação a esse respeito na apólice, é preciso o esclarecimento, como mencionamos. Com isso, as medidas que são de iniciativa dos beneficiários podem ser tomadas a contento, de modo a facilitar a agilidade do processo.

Portanto, “como saber se sou beneficiário de seguro de vida” é uma pergunta cuja resposta deverá vir da própria seguradora. Por sua vez, para o recebimento da indenização, o preenchimento de um formulário próprio e o fornecimento de alguns documentos poderá ser suficiente.

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