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Confira tudo o que você precisa saber sobre telemedicina!

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A telemedicina surgiu há algum tempo, mas vem ganhando espaço na prestação de serviços médicos em quase todos os países. Um aspecto essencial dessa ferramenta é que ela viabilizou especialmente o atendimento às necessidades que se mostraram indispensáveis ao longo da pandemia de COVID-19.

No entanto, o recurso vai muito além das situações de urgência e emergência como as que estão sendo experimentadas em todo o mundo. Acima de tudo, otimiza os serviços médicos e o desempenho dos profissionais, sempre tão necessários.

Continue a leitura e confira tudo o que você precisa saber sobre telemedicina.

1. O que é telemedicina? 

De modo bastante direto, a telemedicina é constituída principalmente pela realização de uma consulta médica à distância. Nesse sentido, envolve além da consulta, também a interpretação de exames, o diagnóstico à distância e a emissão de laudos médicos, entre outros.

Ainda que com as limitações tecnológicas da época em que surgiu, a telemedicina é praticada desde os anos 1950, provavelmente com início em Israel. Sendo assim, a tecnologia moderna, tanto na área médica como na comunicação, tornaram a telemedicina um grande instrumento de atenção à saúde.

Oficialmente, no Brasil, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), telemedicina é “o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões, e promoção de saúde”. Portanto, não se trata apenas de consultas online, mas de práticas médicas por meio de videoconferência ou apresentação em vídeo.

Embora não substitua o atendimento médico tradicional realizado em consulta presencial, oferece suporte suficiente para viabilizar a atenção médica, sobretudo quando há falta de profissionais. Muitas áreas afastadas dos grandes centros não contam com o atendimento presencial, portanto, nesses casos, a telemedicina vem sendo a salvação para tais situações.

No Brasil, a telemedicina passou efetivamente a funcionar no início dos anos 1990. Naquela época, instituições como a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto do Coração (InCor) já passavam a adotar a técnica operacionalmente e no ensino de como proceder para empregá-la.

2. Como ela funciona? 

Como você pode perceber, a telemedicina nos moldes em que é praticada atualmente é fruto de tecnologias voltadas para melhorar a qualidade de vida. É preciso que médicos e pacientes, assim como médicos entre si, possam se comunicar por áudio e visualmente, fazendo uso de alguns meios simples até os mais complexos.

Dessa forma, a telemedicina opera a partir de uma infraestrutura de informática composta essencialmente de uma plataforma (software) e equipamentos para videoconferência. Os equipamentos mais sofisticados são necessários em situações, por exemplo, como de intervenções invasivas (cirurgias) e nas relações entre profissionais em atendimento.

Assim, há inicialmente uma chamada em videoconferência entre as partes, já anteriormente agendada. A consulta simples é feita normalmente como se fosse presencial, entre médico e paciente. Da mesma forma, a emissão de receitas e laudos médicos, quando necessários, se dá por meios eletrônicos.

Para sua efetivação, a infraestrutura de telemedicina deverá permitir, entre outras:

  • fácil interação entre as partes;
  • agendamento de consulta online;
  • disponibilidade de prontuário médico eletrônico;
  • emissão de laudos e receituários médicos;
  • possibilidade de assinatura digital (para laudos e receitas);
  • armazenamento em condições de total segurança dos dados.

Por trabalhar com dados sigilosos como o prontuário médico dos pacientes, é preciso que o sistema adotado seja de total segurança. Nesse sentido, os trabalhos de telemedicina devem estar totalmente alinhados com as previsões da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei No 13.709, de 14 de agosto de 2018).

3. Quais são os principais tipos de telemedicina? 

As possibilidades trazidas pela tecnologia são muitas, de modo que se abre um grande número de atividades médicas que podem ser realizadas à distância. Isso significa que dentro dos trabalhos que podem ser executados pela telemedicina existe uma segmentação que orienta sua utilização para diferentes finalidades como, por exemplo:

  • monitoramento;
  • armazenamento de dados e informações;
  • encaminhamento de dados e informações;
  • exercício de diversas especialidades (telepsiquiatria, teledermatologia);
  • compartilhamento e troca de informações entre profissionais;
  • orientação para o paciente.

Três desses segmentos da telemedicina foram formalmente reconhecidos pelo CFM no contexto da pandemia de COVID-19: a teleorientação, o telemonitoramento e a teleinterconsulta. Veja as principais características de cada um a seguir.

Teleorientação

A teleorientação funciona como uma primeira consulta. Tem o fim de fornecer orientações para o paciente como a utilização de medicamentos OTC (over the counter ou “sobre o balcão”), que podem ser comercializados sem receita médica.

Da mesma forma, é indicada para orientar quanto a determinados hábitos que o paciente deverá adotar, por exemplo, para evitar contágios ou para aliviar alguns sintomas. Ainda na mesma linha, orientar a respeito de que medidas adotar em determinadas situações de emergência.

Telemonitoramento

O telemonitoramento consiste em visitas médicas por via remota para fins de acompanhamento das condições clínicas de um paciente. Por meio dessa facilidade, é possível realizar com segurança, por exemplo, uma avaliação visual de olhos, garganta e pele, entre outras.

A utilização do telemonitoramento tem sido muito adotada no caso de médicos que acompanham idosos internados em casas de repouso. A possibilidade de avaliação das condições de saúde dos residentes, assim como de respostas aos medicamentos receitados, entre outras, facilitam e agilizam o trabalho e a disponibilidade do médico.

Teleinterconsulta

A teleinterconsulta é uma interação entre profissionais médicos com vistas à adoção das melhores medidas no tratamento ou na condução de um caso mais complexo. Trata-se, portanto, de uma maneira de ampliar a qualidade técnica do atendimento com mais de um profissional avaliando o caso.

É possível consultar a opinião de colegas a respeito de um determinado atendimento e definir de modo mais seguro uma linha de ação. Com o mesmo fim, opções de medicação ou de encaminhamentos podem ser acertadas por meio dessa facilidade disponibilizada pela tecnologia aplicada.

4. Quai especialidades médicas essa tecnologia abrange no dia a dia? 

Como você pode ver até aqui, as possibilidades são muitas. A troca de informações iniciais entre paciente e médico na consulta, a solicitação de exames e a emissão de receitas de medicamentos, entre tantas outras facilidades, podem ser utilizadas por inúmeras especialidades médicas.

A utilização da telemedicina tem sido mais comum em:

  • psiquiatria;
  • clínica médica;
  • cardiologia;
  • oftalmologia;
  • pneumologia;
  • neurologia;
  • dermatologia;
  • intervenções cirúrgicas (utilizada entre hospitais).

Exames diversos podem receber o laudo médico utilizando as facilidades da telemedicina. São exemplos mais comuns, entre outros, os seguintes:

  • eletrocardiograma (ECG);
  • holter de ECG (monitoramento por 24 horas);
  • MAPA de pressão arterial (monitoramento por 24 horas);
  • eletroencefalograma;
  • teste ergométrico;
  • ressonância;
  • tomografia;
  • imagens radiológicas (raio-X);
  • mamografia digital;
  • densitometria óssea;
  • polissonografia (de internação e domiciliar);
  • espirometria.

5. Quais os principais benefícios da telemedicina? 

De maneira geral, a implementação da telemedicina amplia as possibilidades de atendimento médico, sobretudo para regiões onde há carência profissional ou dificuldades de acesso. Além disso, a telemedicina trouxe importantes benefícios para o paciente e para o médico, e tem sido de grande auxílio durante a pandemia de COVID-19.

Assim, conheça agora os principais benefícios resultantes da adoção dessa importante ferramenta para os profissionais médicos e para os pacientes.

5.1. Para pacientes 

  • dispensa a necessidade de mobilidade até o estabelecimento no qual se encontra o profissional médico;
  • redução de custos e economia de tempo;
  • resguardo do risco de contágios;
  • aumento da acessibilidade para muitos pacientes de regiões sem disponibilidade;
  • viabilidade e facilidade de contato do paciente com o médico com maior frequência;
  • maior facilidade de acesso a especialistas em situações de emergência.

5.2. Para médicos 

  • otimização da agenda de atendimentos (maior número de pacientes atendidos);
  • praticidade e flexibilidade para o atendimento (médico não necessita estar no consultório);
  • melhoria no acompanhamento da evolução do paciente pelo médico;
  • disponibilidade de acesso imediato a prontuário, exames, laudos e todo o histórico do paciente;
  • compartilhamento com outros profissionais médicos e interconsultas médicas.

6. Por que a telemedicina se tornou tão essencial nesse período da pandemia? 

Pelo que você viu até agora, já dá para perceber que as novas gerações vão se admirar de como deveria ser difícil o atendimento médico ser realizado exclusivamente de modo presencial, sem a telemedicina. Em tempos de pandemia, ainda com mais razão, a importância do seu emprego se destaca.

Na verdade, essa ferramenta tecnológica tem sido uma grande solução para compensar a deficiência de profissionais médicos suficientes para tanta demanda. De modo geral, você pode considerar as seguintes contribuições da telemedicina para o controle da pandemia e o atendimento aos pacientes acometidos pela doença:

  • responde ao receio de contágio de alguns pacientes que necessitam atendimento médico por outras razões;
  • reduz o número de pacientes em atendimento nas unidades médicas desafogando o fluxo elevado;
  • reduz a formação de núcleos de aglomeração de pessoas nos estabelecimentos médicos;
  • permite o acompanhamento de pacientes isolados em ambiente doméstico;
  • faz chegar atendimento àqueles que não teriam como se deslocar até uma unidade médica.
  • otimiza a utilização dos profissionais médicos existentes;
  • facilita o intercâmbio (indispensável em tempos de pandemia) de informações entre profissionais médicos.

A possibilidade de acompanhamento dos pacientes em isolamento social tem sido de extrema importância no contexto dessa pandemia. Foi a telemedicina que, especialmente nos casos graves, mas que poderiam dispensar a internação, abriu espaço nos hospitais para as situações em que a necessidade do ambiente hospitalar era indispensável.

Com a mesma importância, permitiu acompanhar aqueles que permaneceram em tratamento na própria residência. Com isso, orientações, avaliações, resultados de exames e decisões importantes para os pacientes estão podendo ser tomadas.

7. Como o Classic Saúde pode ajudar com isso?

Todo mundo precisa de atendimento médico de qualidade e gostaria de poder dispor dessa facilidade, mas de uma maneira que não comprometesse o seu planejamento financeiro doméstico. É por essa razão que surgiu o Classic Saúde como solução para essa necessidade.

Jovens iniciando sua vida profissional, por exemplo, devem considerar essa oportunidade. Do mesmo modo, a opção de seguro de vida para millennials surge entre as iniciativas importantes para os jovens que estão assumindo suas responsabilidades na sociedade, consigo mesmos e com os seus entes queridos.

Então, o que é o Classic Saúde? Trata-se de uma forma acessível de garantir atendimento médico, exames laboratoriais e facilidades na aquisição de medicamentos nas farmácias e drogarias. Por meio do seu celular, você faz agendamentos em estabelecimentos particulares de qualidade, mas de uma forma que cabe no seu bolso.

Com isso, você não fica dependente de conseguir espaço para ser atendido nos estabelecimentos públicos, podendo garantir os serviços médicos de que necessita na rede privada. Além disso, o Classic Saúde oferece algumas vantagens para o associado:

  • consultas médicas diversas;
  • consultas odontológicas;
  • exames diagnósticos (análises clínicas, anatomia patológica, radiografia etc.);
  • saúde complementar em Nutrição, Psicologia, Fisioterapia, Massoterapia e outras.

8. Quais são os planos do Classic saúde que atendem nessa modalidade?

Públicos diferentes podem ter necessidades ou desejos diferenciados. Nesse sentido, a Classic Seguros disponibiliza 3 planos do Classic Saúde para que você possa fazer a opção daquele que for mais adequado à sua realidade.

Todos os 3 planos disponibilizam os acessos do Classic Saúde:

  • acesso à Rede de Saúde TEM de consultas médicas;
  • acesso à Rede de Saúde TEM de consultas odontológicas;
  • acesso à Rede de Saúde TEM de exames laboratoriais e de imagem.

Além disso, os seguintes benefícios também estão disponíveis em todos os planos Classic Saúde:

  • serviços de qualidade com preços reduzidos;
  • programa sem a exigência de carência;
  • cartão pré-pago TEM Virtual;
  • descontos na aquisição de medicamentos;
  • direito ao Programa TEM Familiar;
  • programa sem limite de utilização.

Classic Leve

O plano Classic Leve, embora indicado para todas as pessoas, é direcionado sobretudo para os jovens em início de carreira ou se organizando financeiramente. Nesses casos, é importante considerar um seguro de vida no planejamento financeiro.

Classic +

Além dos acessos e benefícios referidos, inclui ainda a telemedicina. Assim, tem sua indicação especialmente para as pessoas que tenham dificuldade de se deslocar até o estabelecimento médico ou que prefiram não fazê-lo.

Classic Leve +

Esse plano acrescenta, além da telemedicina, dois outros benefícios: descontos na aquisição de medicamentos e um clube de descontos (alimentação, entretenimento e outros). Está especialmente indicado para pessoas que valorizam os descontos na aquisição de produtos e serviços.

Como você pode ver, a telemedicina trouxe grandes facilidades e vantagens para toda a sociedade e tem sido especialmente importante na condução do controle da pandemia de COVID-19.

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