Entenda sobre o desinteresse dos jovens em comprar casa própria

Casa & Família

Durante muitas gerações, o retrato de uma vida bem-sucedida sempre contava com a aquisição de imóvel próprio, preferencialmente com um carro na garagem, sem falar na carteira de trabalho assinada. Mas os tempos mudaram e as coisas não funcionam mais exatamente dessa forma para uma parte da população mundial, os mais jovens. Ao invés de comprar casa própria, as pessoas entre 25 e 35 anos mudaram seus valores do que é ter sucesso.

É cada vez maior o número de pessoas que não tem mais interesse em possuir determinados bens. A chamada “geração Y” não costuma gastar seu dinheiro em coisas caras, como casa e carro, justamente porque para ela as experiências vividas são mais importantes do que propriedades em si.

Neste post, vamos explicar qual a ligação do nomadismo digital com o desinteresse dos jovens em bens materiais, passando pela importância da transformação digital nesse processo. Confira!

O papel do nomadismo digital no desinteresse dos jovens em bens materiais

É verdade que os jovens da geração Y cresceram já com o conhecimento do que são crises econômicas, e isso tem um grande impacto no fato de essas pessoas preferirem não assumir grandes compromissos financeiros.

Outra questão importante é que essa juventude quer viver uma vida diferente dos seus pais, já que eles possuem valores distintos do que realmente faz a diferença para ser feliz.

Atualmente, para a geração y, vale muito mais passar por experiências diferentes, divertidas e interessantes do que ser dono de um apartamento ou do carro do ano.

Vale mais fazer várias viagens ao ano, praticar esportes radicais ou investir na empreitada de abrir uma startup do que ficar morando no mesmo lugar, preso ao pagamento das parcelas do financiamento imobiliário, que pode ser praticamente para a vida toda.

Isso porque, quando há flexibilidade na rotina, é muito mais simples conseguir controlar as datas das suas férias e dos seus dias de trabalho do jeito que for melhor para você.

Esse é o estilo de vida dos nômades digitais: aproveitar todo o avanço tecnológico que temos hoje em dia para poder exercer sua profissão de qualquer lugar do mundo. Só que é preciso deixar claro que um nômade digital não é um mochileiro. Ele não está simplesmente viajando ao redor do mundo, ou morando em diferentes lugares, apenas por turismo.

O nomadismo digital é quando você consegue exercer suas funções profissionais seja onde for. Normalmente, só é preciso ter uma boa conexão de wi-fi e um cômodo se transforma em escritório para os adeptos do nomadismo digital.

Para tornar tudo isso ainda mais fácil, há pouco mais de uma década entrou em cena o conceito de economia colaborativa. Com isso, em poucos cliques é possível alugar imóveis em qualquer lugar, pelo tempo que quiser.

O papel da economia compartilhada no nomadismo digital

A economia do compartilhamento tem como seu principal pilar o consumo colaborativo e as atividades que compartilham bens, como é o caso do aluguel das coisas. A parte fundamental da economia compartilhada é justamente focar em usar e não em ter o que se usa.

A ideia veio da consciência ambiental de preservação dos recursos naturais e da necessidade de poupar recursos financeiros, iniciada com o impacto que a crise mundial de 2008 causou na vida de praticamente toda a população mundial.

Esse fenômeno só foi possível com a transformação digital que o avanço tecnológico proporcionou, visto que as plataformas e aplicativos são o canal para que tudo aconteça.

Para a geração Y, faz mais sentido pegar um Uber do que comprar um carro. Os jovens consideram que ir para uma casa de praia diferente a cada final de semana, com locações simples via Airbnb, é mais interessante do que adquirir um imóvel no litoral.

Em relação à casa própria, vale muito mais a pena poder alugar um apartamento perto do trabalho e mudar-se caso o emprego também mude, ao invés de encarar um financiamento imobiliário de longo prazo.

Hoje em dia, o importante é viver experiências legais, que proporcionem qualidade de vida. Afinal, isso é algo que ninguém poderá roubar de você. O que tem valor atualmente é flexibilidade de horário no trabalho, não pegar trânsito para ir ao escritório e ser independente economicamente e geograficamente.

Trata-se de uma mudança radical em relação à geração anterior, que enxergava como retrato de prosperidade a posse de bens materiais e encarava como prejuízo financeiro o aluguel de coisas. O conceito de propriedade das coisas já não é mais o mesmo, desde que surgiu a economia do compartilhamento, permitindo que o nomadismo digital aconteça.

A possibilidade de fazer investimentos paralelos ao aluguel

Ainda que os jovens tenham preferência pelo aluguel de imóveis, é sempre importante pensar no futuro. O dinheiro que não está sendo aplicado na aquisição de uma casa própria deve ser investido com inteligência.

Uma das possibilidades de se fazer um investimento paralelo à locação é pensar em fazer um seguro de vida. Dessa maneira, seu futuro fica muito mais bem-planejado, pois estar segurado representa uma grande estabilidade financeira.

Uma apólice de seguro de vida tem como objetivo garantir tranquilidade ao segurado e seus familiares. Caso ocorra qualquer eventualidade que possa impedir o titular do contrato de exercer suas atividades profissionais, como um acidente de trânsito e doença grave, ele pode garantir uma proteção a ele mesmo e a quem se ama — e para isso, não importa a sua idade.

Hoje, como nunca visto antes, a velocidade com que o perfil comportamental das pessoas se transforma é impressionante. E esse comportamento dos jovens de comprar casa própria ou optarem pela liberdade do aluguel, por enquanto, é uma realidade que veio para ficar.

A definição de uma pessoa bem-sucedida é medida pelas experiências que ela vive e não pelos bens materiais que ela acumulou. O foco é ter qualidade de vida, é ter tempo para o trabalho, mas também para o lazer, é poder morar onde se quer e mudar assim que desejar, sem grandes burocracias envolvidas.

E você, concorda com isso? Prefere aluguel ou comprar casa própria?

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