Me tornei mãe muito jovem: como reorganizar o meu futuro financeiro

Carreira

Mulheres que se tornaram mães muito jovens precisam de organização financeira para arcarem com os custos da criação de uma criança. Isso porque além do filho, mães jovens ainda precisam estudar, focar em iniciar uma carreira e se estabelecerem no mercado de trabalho.

Todos sabem que existem muitas despesas financeiras para sustentar uma criança. Mas, afinal, quanto custa criar um filho? A verdade é que o valor dos gastos varia de acordo com cada etapa que o pequeno está vivendo. Em linhas gerais, um filho é sinônimo de gastos com educação, alimentação, roupas, produtos de higiene, saúde, entre outros.

Neste post, vamos abordar quanto custa criar um filho em cada etapa da vida. Também falaremos a respeito do seguro de vida, além dos principais pontos de atenção para um planejamento financeiro inteligente. Vamos lá!

Quanto custa criar um filho em cada etapa da vida?

O custo para criar um filho até que ele se torne um adulto pode ser bem alto, dependendo do salário dos adultos responsáveis por essa criança e do padrão de vida a ser seguido. Para você ter uma ideia, uma família de classe alta gasta entre um e dois milhões de reais com um filho até seus 23 anos.

Mas fique tranquila, pois é claro que dá para arcar com as despesas do seu filho com menos dinheiro. Ainda que não seja uma quantia pequena, o valor diminui para criar filhos em um padrão de classe média e classe média alta. Os gastos ficam entre R$ 320.400 e R$ 640.920.

Vejamos como as despesas da criação das crianças se divide, desde o nascimento até seus 23 anos.

Do nascimento aos 3 anos

Essa é a etapa dos custos relacionados ao conforto e bem-estar ao bebê, com todos os cuidados envolvidos. Alguns dos principais gastos nessa fase são o carrinho para o bebê, as vacinas, pediatra, o convênio médico, a escolinha, babá ou creche, fraldas e roupas.

As fraldas são uma das principais despesas, pois são cerca de 6 a 10 por dia até os 2 ou 3 anos. Pegando como base de cálculo o custo de R$ 1,00 por fralda, chegamos ao valor de R$4.380,00 (utilizando 6 fraldas por dia, por 2 anos) até R$ 10.950,00 (utilizando 10 fraldas ao dia por 3 anos).

Aqui, é preciso colocar na conta o gasto com a babá, a creche ou a escolinha infantil da criança. Consequentemente, isso representa custos com materiais escolares, uniforme e transporte, que pode ser a sua gasolina ou o valor da van escolar.

Dos 4 aos 6 anos

Nessa fase, a criança começa a ter mais vida social, vai para as festinhas de aniversário dos amiguinhos, o que significa gastos com presentes. Tudo isso pode somar R$ 20.000,00 ou mais em dois anos.

Dos 7 aos 17 anos

A partir do momento que a sua criança passa a estudar no ensino fundamental, e depois para o ensino médio, é que o custo para criar um filho sobe ainda mais. Além da mensalidade da escola, caso seja opção da família o ensino privado, também é necessário colocar nas despesas mensais outros itens.

Entre a infância (7 anos) e uma parte da adolescência (até 15 anos), considere gastos com o aprendizado de uma segunda língua, clubes, academias ou escolas para prática de atividades físicas, roupas, jogos e uma pequena mesada.

Entre os 16 e os 17 anos, outros pontos são adicionados ao orçamento doméstico do filho, como despesas com lazer (shows, festas etc.), telefone celular, cursos pré-vestibulares (até R$ 30 mil por ano). Ou seja, na etapa dos 7 aos 17 anos, a previsão de gastos é de R$ 150 mil em diante.

Dos 18 aos 21 anos

Chegou o momento de pagar pelo ensino superior do seu filho, caso ele não tenha passado em nenhuma universidade pública. A mensalidade da faculdade sofre grande variação no mercado, isto é, de R$ 450 até R$ 5 mil.

Para quem se enquadra na despesa mensal média, 4 anos de mensalidades a R$ 2.500,00 resultam em R$ 120 mil ao longo do período. Isso sem contabilizar os gastos com o material do curso, com transporte, alimentação, entre outros. Portanto, atenção ao controle financeiro.

Entre 22 e 23 anos

É provável que essa seja a última etapa de gastos com seu filho, antes que ele seja autossuficiente financeiramente. A boa notícia é que os valores das despesas aqui começam a ficar menores, já que o universitário costuma ser inserido no mercado de trabalho.

Eles começam como estagiários, na maior parte das vezes já com recebimento de salário, e sempre visando a efetivação do emprego e, consequentemente, aumento da renda mensal.

Uma despesa remanescente pode ser o valor da pós-graduação, se o jovem adulto optar por seguir esse caminho.

Vale a pena investir em seguro de vida?

Como vimos, o investimento na criação de um filho é alto e complicado de ser feito de um dia para o outro, como qualquer outra aplicação financeira nesse valor. O melhor caminho é fazer isso gradualmente, ou seja, se programar economicamente é fundamental quando o assunto é segurança para os filhos.

Como as despesas dos filhos são distribuídas no longo prazo, o seu planejamento financeiro deve seguir a mesma lógica, de modo a ter como prioridade os custos de cada fase específica do crescimento da criança.

O seguro de vida é uma ótima alternativa de investimento. Além das assistências como despesas hospitalares, médicas e odontológicas e em caso de desemprego, o seguro de vida trás segurança para os filhos em caso de fatalidade. A Classic Seguros oferece planos a partir de R$15,00, ideal para todos os tipos de bolso e para quem possui muitos gastos, como os filhos, por exemplo, e não podem investir um valor alto em seguro de vida.

Agora que você já sabe o quanto custa criar um filho, é hora de educar-se financeiramente para não colocar a sua independência financeira em risco. Monte o seu orçamento familiar, mapeando todas as receitas e despesas, até mesmo as de menor valor, pois elas também fazem diferença no fim do mês.

Procure poupar um pouco todo mês, de modo a constituir uma reserva de emergência, imprescindível principalmente para mães solo. O objetivo é ter, ao menos, dinheiro suficiente para arcar com seus gastos por 6 meses. Assim, no caso de qualquer imprevisto, você terá calma para lidar com a situação.

Já deu para entender a importância do seguro de vida, como funciona e as estratégias para usar o máximo possível de seus benefícios, não é mesmo? Quer saber qual deles é mais compatível com o seu perfil? Faça contato com um dos consultores da Classic Seguros e tire suas dúvidas.