Você já ouviu falar em economia colaborativa? Entenda essa tendência

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O conceito de economia colaborativa é relativamente novo e, por isso, não muito conhecido pelas pessoas, ainda que já seja bastante utilizado no dia a dia. De acordo com o Sebrae, essa é uma tendência que concretiza cada vez mais uma nova percepção de mundo, impactando a forma como vivemos e mudando o modo como negociamos e como o mercado funciona.

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, economia colaborativa consiste em compartilhar os recursos disponíveis, mudando o foco da escassez para a abundância, seja ela na disponibilidade de produtos ou serviços. Assim, essa prática tem o objetivo de proporcionar trocas entre as partes interessadas e, assim, maior conexão.

Alguns exemplos de plataformas que já usam esse conceito são o compartilhamento de caronas oferecido pelo Blablacar, a possibilidade de alugar apartamentos de pessoas locais no Airbnb ou de passar algumas noites no sofá de alguém que também está cadastrado no Couchsurfing.
Se você também se interessou pelo assunto, veja algumas dicas que vão ajudá-lo a se preparar para essa tendência e entendê-la melhor.

Manter o foco no uso

Como apontado pelos exemplos de economia colaborativa dados acima, o foco desse tipo de negócio não é a posse de um bem em si, mas a experiência proporcionada por quem oferta. Por isso, para que esse tipo de economia dê certo, é necessário focar no serviço realizado em vez do produto.

Garantir que a pessoa, ainda que não esteja em casa, se hospede de forma confortável e se sinta à vontade é uma tarefa que exige cuidado e dedicação de quem está oferecendo essa possibilidade.

Estimular a cultura de colaboração

O que pode ser mais interessante do que unir os interesses de ambas as partes de forma sustentável e benéfica para os dois lados? O estímulo da cultura de colaboração faz com que as pessoas realizem trocas e se conectem de modo a otimizar o uso e combinar interesses.

Dessa forma, esse estímulo é positivo não só para quem está realizando o negócio, mas também para a humanidade e a vida útil de recursos finitos.

Substituir hábitos de consumo antigos por novas opções

Inicialmente pode ser estranho substituir a ida para o trabalho com seu próprio carro por um compartilhado, mas a nova opção permite oportunidades de colaboração com o meio ambiente, troca de experiências e até novas amizades que não são possíveis ao utilizar individualmente um carro com espaço para cinco pessoas.

Confiar em quem está realizando negócio com você

Quando o Uber começou, as pessoas tinham receio de entrar no carro de um desconhecido e confiar apenas no aplicativo. No entanto, a confiança em quem está realizando o negócio com você é uma peça fundamental para a economia colaborativa. A percepção de que, no final das contas, a oferta é maior e o serviço é mais qualificado acabam por desmistificar qualquer resistência inicial.

Gostou de saber mais sobre economia colaborativa? Essa prática está em constante crescimento no mercado e é uma alternativa cada vez mais consciente de consumo inteligente. Se você gostou deste conteúdo, não perca nossos próximos posts! Assine nossa newsletter e tenha acesso a um conhecimento relevante e agregador.